PF nega quebra de sigilo telefônico sem autorização

Reportagem da 'Folha de S.Paulo' diz que aparelhos de jornalistas foram violadas na Operação Satiagraha

da Redação

07 de novembro de 2008 | 16h23

A Polícia Federal negou ter quebrado o sigilo telefônico sem autorização judicial de jornalistas e outras pessoas no dia 8 de julho, em que foi deflagrada a Operação Satiagraha, segundo matéria do jornal Folha de S.Paulo. Em nota, o órgão diz que "em nenhum momento" foi requisitado qualquer dado de empresas telefônicas que exigisse autorização.   A Operação Satiagraha, comandada pelo delegado Protógenes Queiroz, prendeu, entre outros, o banqueiro Daniel Dantas, o investidor Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.   Veja Também: PF vasculha apartamentos de Protógenes Especial explica a Operação Satiagraha  Multimídia: As prisões de Daniel Dantas  Daniel Dantas, pivô da maior disputa societária do Brasil   "Na realidade, a PF solicitou à Nextel que informasse a mera localização das torres de retransmissão dessa empresa - ERBs (Estação Rádio-Base) - situadas próximas à Superintendência da Polícia Federal em SP e de alguns dos principais endereços objeto de busca", diz a nota.

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