PF investiga suposto esquema de corrupção no Into

Cem empresas estão sendo investigadas pela Polícia Federal (PF) por suposta participação em um esquema de corrupção no Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into), no Rio, que teria causado um prejuízo entre R$ 100 milhões e R$ 200 milhões aos cofres públicos. Desde 2002, a PF abriu 11 inquéritos para apurar a responsabilidade de empresas e funcionários em crime de furto e roubo de material, fraude em licitações, superfaturamento de preços e sonegação de impostos. Cinco funcionários já foram indiciados e novos indiciamentos deverão ocorrer nos próximos dias, de acordo com a PF. Os casos estão sendo investigados pela Delegacia Fazendária (Delefaz), que suspeita que as empresas façam parte de uma quadrilha especializada em fraudar hospitais públicos. Todos os indiciados até agora, no entanto, pertencem ao baixo escalão do hospital. Um dos inquéritos, por exemplo, é um flagrante dado em dois funcionários que furtavam remédios e material hospitalar.

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