PF indicia Pizzolato por nove crimes cometidos durante fuga para Itália

PF indicia Pizzolato por nove crimes cometidos durante fuga para Itália

Entre os crimes estão falsidade ideológica e uso de documento falso

Andreza Matais, O Estado de S. Paulo

31 de outubro de 2014 | 16h56

Brasília - A Polícia Federal indiciou o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato por nove crimes cometidos durante a fuga do Brasil para a Itália, entre eles falsidade ideológica e uso de documento falso. Pizzolato fugiu com o documento de seu irmão Celso Pizzolato, falecido em abril de 1978. A pena para cada crime pode variar de 1 a 5 anos de reclusão.


Além de RG e CPF, Pizzolato chegou a tirar até título de eleitor em nome do irmão morto - e votou com o documento falso. Também requereu passaportes brasileiro e italiano.

O ex-diretor do BB foi condenado por envolvimento no esquema do mensalão a 12 anos e 7 meses de prisão. Quando o Supremo Tribunal Federal rejeitou recurso dos condenados, ele fugiu para a Itália, no segundo semestre do ano passado. Em fevereiro deste ano, foi descoberto pela polícia italiana e levado para uma prisão em Módena. Nesta semana, a Justiça italiana negou ao Brasil a extradição de Pizzolato e ele foi solto na tarde de terça-feira.

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