PF: assassinato de delegado não está ligado à operação

A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Tocantins divulgou nota nesta quarta-feira (21) desvinculando o assassinato do delegado Edward Neves Duarte da Operação Maet, deflagrada em dezembro de 2010. A ação resultou no afastamento dos desembargadores Willamara Leila de Almeida, então presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO, José Liberato Póvoa, Carlos Souza e Amado Cilton e de servidores daquela corte, suspeitos de envolvimento na venda de sentenças e manipulação no pagamento de precatórios.

CÉLIA BRETAS TAHAN, Agência Estado

21 de novembro de 2012 | 18h13

De acordo com a nota, "as investigações apontam até o momento que o mesmo tratou-se de um latrocínio". A PF informa, ainda, que, na época da operação, o chefe do Núcleo de Inteligência da PF era o agente classe especial Farlei Meyer. Duarte assumiu o departamento em agosto de 2011 e não teria participado diretamente da Operação Maet. De acordo com a nota, "qualquer vínculo do assassinado do delegado Duart com a mesma é mera especulação".

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