Petrobras: situação de 'emergência' aumentou custos

A Petrobras justificou os 24 aditivos feitos nas obras de reforma da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no valor de valor de R$ 1,16 bilhão, e no gasoduto Cabiúnas, em Macaé (RJ), alegando situação de ?emergência?. A estatal afirma que o governo tinha pressa em adotar um Plano de Antecipação da Produção de Gás que reduzisse a dependência da Bolívia. A empresa sustenta que a ?emergência foi resultado do grave risco de prejuízo da Petrobras, em razão da ameaça de falta do gás natural pela crise política da Bolívia?.

AE, Agencia Estado

28 de maio de 2009 | 07h42

De acordo com a empresa, no caso da Reduc foi preciso replanejar os procedimentos por causa da ?postergação substancial na entrega dos projetos executados por terceiros, alterações e acréscimos no escopo contratual?. A despeito dos atrasos, 80% das obras de modernização da refinaria já foram executados. Sua conclusão está prevista para 2013.

A empresa ressalta que seus ?argumentos técnicos ainda estão sob avaliação do TCU (Tribunal de Contas da União) e, até o momento, não houve qualquer resposta definitiva sobre as auditorias; que as medidas cautelares determinadas pelo tribunal estão sendo integralmente cumpridas; que está sendo negociada a formação de um grupo de trabalho (GT) para dirimir as divergências entre o corpo técnico do TCU e da Petrobras?. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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