Petrobras reafirma que seguro será pago

A Petrobras reafirmou hoje que não tem fundamento o boato de que a empresa não receberia o seguro pelo afundamento da P-36. Correram dois tipos de boato. Um dizia que não haveria o pagamento do seguro porque não teria sido feito o exame por uma agência classificadora de risco. De acordo com a Petrobras, duas agências deram certificados, uma italiana e uma norte-americana. O segundo boato dizia que o seguro não seria pago porque a empresa teria identificado nos dias 12, 13 e 14, em relatórios internos, que haveria risco e não teria tomado as providências para evitar o problema.De acordo com a Petrobras, o seguro é do tipo "all risks". Um grupo de seguradoras nacionais é responsável por 0,98% do seguro, sendo que o Bradesco tem 40% da parte nacional. Os demais 99,02% são de responsabilidade de um consórcio internacional de seguradoras, cujo contato da Petrobras é com a corretora AON, norte-americana com escritório no Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa da Petrobras, a empresa já entrou em contato coma corretora e obteve a reafirmação de que o seguro será pago.

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