Petrelluzzi não detalha seqüestro de médica

O secretário estadual de Segurança Pública, Marco Vinicio Petrelluzzi, não quis dar detalhes sobre as investigações que levaram a polícia ao cativeiro da filha do diretor da Casa de Custódia de Taubaté, Ismael Pedrosa, a médica ginecologista Eulália Rodrigues Pedrosa Almeida, de 44 anos. Ele disse que as informações deveriam ser mantidas em sigilo, como tem ocorrido em outros casos semelhantes. Petrelluzzi acompanhou o governador Geraldo Alckmin na desativação da carceragem do 40º Distrito Policial de Santa Maria, esta manhã, na zona norte da capital paulista.O secretário confirmou apenas que a médica foi encontrada em Sâo Vicente, que passa bem e que três homens foram presos. Petrelluzzi não soube dizer, porém, se o trio é ligado ao Primeiro Comando da Capital, o PCC, mas não descartou esta possibilidade. O governador Geraldo Alckmin também não quis comentar o fim do seqüestro.O secretário esclareceu ainda que o diretor da Casa de Custódia de Taubaté não foi destituído de suas funções. "É bom deixar claro o seguinte: não é que ele foi afastado. Qualquer pessoa que está sob estresse emocional dessa natureza não pode ficar no cargo. Isso é rotina em qualquer lugar do mundo. A pessoa que está sob este tipo de ameaça não pode estar ao mesmo tempo na direção do presídio. Como disse o governador, o importante é ressaltar o comportamento exemplar que teve o dr. Pedrosa diante do episódio".

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