Petista diz que Previdência pode sofrer três mudanças

O vice-líder petista Paulo Bernardo (PR) informou que, na segunda-feira, na reunião dos líderes da base aliada com ministro da Casa Civil, José Dirceu, será batido o martelo quanto à votação da proposta de reforma previdenciária na quarta-feira e, também, quanto ao acordo geral sobre as eventuais mudanças a serem introduzidas na proposta. Bernardo adiantou que a estratégia é manter um acordo com os aliados, pelo qual os pontos alterados na proposta seriam incluídos numa emenda aglutinativa do próprio relator, José Pimentel, para ser votada no plenário.Segundo Bernardo, três pontos são passíveis de alteração: o aumento do subteto para o Judiciário nos Estados para 90,25% do salário de ministro do Supremo Tribunal Federal; mudança na regra de pensão, pela qual seria mantido o teto de R$ 1.058,00, mais 70% da diferença entre esse valor e o do benefício deixado pelo servidor aposentado; e a inclusão de um abono-permanência, isentando do pagamento da contribuição previdenciária de 11% o servidor que completar tempo de contribuição de 30 anos (mulher) e 35 anos (homem), idade de 48 anos (mulher) e 53 anos (homem) e não pedir aposentadoria.

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