Pequeno grupo pró-Dilma já se aglomera na Paulista

Manifestantes favoráveis ao governo chegaram depois de a polícia dispersar protestantes de oposição à presidente, que se concentravam em frente ao prédio da Fiesp desde quarta-feira; não houve confronto

Luiz Fernando Toledo e Mário Braga, O Estado de S.Paulo

18 de março de 2016 | 10h23

Um pequeno grupo de manifestantes pró-Dilma já começa, por volta das 10h desta sexta-feira, 18, a se aglomerar no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Uma faixa com o texto "Somos Todas Dilma" foi colocada na calçada. Não há interdição de vias.

Às 9h desta sexta, a polícia usou jato de água e bomba de efeito moral para dispersar manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff, que interditavam a Avenida Paulista desde a noite de quarta-feira. Naquele dia, foi anunciado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiria como ministério-chefe da Casa Civil. A cerimônia de nomeação ocorreu nesta quinta-feira, mas liminares suspenderam atos oficiais de Lula na pasta.

Embora cerca de 20 manifestantes de oposição a Dilma ainda estejam pelas redondezas, próximos ao prédio da Fiesp, não houve registro de confronto. O grupo veste camisetas da seleção brasileira, mas não grita palavras de ordem, faixas, bandeiras ou cartazes.

A ciclovia da Avenida Paulista foi pichada com as frases "Fora Lula" e "A ciclovia mais cara do mundo", com tinta branca, em trechos entre o Masp e o prédio da Fiesp. A via foi inaugurada pela gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), em 28 de junho do ano passado. Segundo a Prefeitura, a ciclovia será repintada.

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