Pedetistas ficam na berlinda

Partido está envolto a suspeitas de desvio de verbas que são enviadas pela pasta a entidades contratadas para prestar serviços de suporte ao emprego

O Estado de S. Paulo

19 de setembro de 2013 | 22h59

O PDT, partido que comanda do Ministério do Trabalho da presidente Dilma Rousseff, é suspeito de comandar um esquema de desvio de verbas que são enviadas pela pasta a entidades contratadas para prestar serviços de suporte ao emprego. A suspeita é que essas ONG tenham ligação com o partido. Duas operações da Polícia Federal, a Esopo e a Pronto Emprego, apontam desvios, que somados, chegam a R$ 418 milhões. Dois secretários do ministério já pediram demissão em meio ao escândalo.

Há outras suspeitas. Uma delas foi revelada pelo Estado nesta semana. Um ex-dirigente do PDT de Santa Catarina afirmou que o atual ministro do Trabalho, Manoel Dias, afilhado político do presidente do PDT, Carlos Lupi, montou um esquema para pagar seu salário por meio de uma ONG que recebia verba da pasta. O problema é que esse dirigente, John Sievers Dias, não prestava serviços para a entidade, e sim para o PDT.

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