PCdoB discorda de indicação de Meirelles à APO feita por Dilma

RIO – O PCdoB ainda não engoliu o convite feito pela presidente Dilma Rousseff ao ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles para comandar a Autoridade Pública Olímpica (APO), autarquia formada pelo consórcio de União, Estado e município do Rio para coordenar as ações dos Jogos de 2016. O partido do Ministro do Esporte, Orlando Silva, tinha expectativa de ficar à frente da APO.

Luciana Nunes Leal,

07 de fevereiro de 2011 | 15h07

 

A criação da APO depende de aprovação de medida provisória que está no Congresso e perde a eficácia em 1º de março. Escolhido novo relator da MP, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) diz que a discussão sobre o presidente da instituição “não ajuda”. “Espero que a definição do nome aconteça após a criação oficial da APO”, afirma o parlamentar. “Há uma compreensão geral de que é um assunto relevante e urgente. A prioridade de votação da MP vai ser definida pelos líderes dos partidos”, diz Almeida. O relator anterior era o ex-deputado Edmilson Valentim (RJ), não reeleito, também do PCdoB.

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