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Paulo Renato ataca oposição e defende modelo econômico

O ministro da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou que a política de juros que o governo vem adotando é compatível com a situação por que passa o País, e que para as taxas serem mais baixas é preciso uma economia sólida. "É isso que a oposição não entende. Eles acham que é possível ter tudo: uma política de juros fixada pelo governo sem considerar as variáveis macroeconômicas, com atração do capital externo e integração ao mercado mundial". O ministro, que anunciou sua vontade de suceder o presidente Fernando Henrique Cardoso, falou com desenvoltura sobre questões econômicas, adotando um discurso de candidato."Precisamos de propostas que nos levem a avanços ainda maiores no País. Temos uma pauta de exportações pouco diversificada, e focada em produtos primários. É necessário agregar valor aos nossos produtos e assim elevar nossas vendas ao mercado externo, por duas razões: para gerar mais empregos e trazer divisas para o País", disse.Ele reafirmou a necessidade de o candidato do governo ao cargo enfatizar, durante o debate eleitoral, a questão da continuidade do modelo econômico implantado. "Acho que debate temos de ser capaz de mostrar isso: a mudança de modelo que nós implantamos, e a mudança que as outras propostas vão significar, ou seja, a volta da inflação e da economia fechada". Para Paulo Renato, a queda de 0,99% no PIB do segundo trimestre, constatada pelo IBGE, não indica um cenário recessivo da economia para os próximos meses, e isso não deve influenciar o desempenho do candidato do PSDB à sucessão presidencial. "Enfrentamos várias crises nesses anos, com a Rússia, a Ásia e agora a Argentina. Acho que o País tem avançado muito apesar disso. As crises fazem parte da vida dos países", argumentou.

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