Paulo Maluf garante que vai respeitar camelôs

O candidato do PP à Prefeitura de São Paulo, Paulo Maluf, disse que pretende respeitar os camelôs a partir do diálogo e garante que irá ajudar os órgãos responsáveis pela fiscalização de mercadorias. "Com o desemprego, não se pode fazer do camelô um bandido. Ninguém nasce bandido. Quem faz o indivíduo bandido ou é o governo ou a intolerância da sociedade. Agora, não podemos ser intolerantes. Evidentemente nós temos de ter um diálogo. Não é a polícia. Nós vamos respeitar o camelô", afirmou.Maluf lembrou que quando foi prefeito, comprou uma briga com os vendedores ambulantes pois não permitiu a venda de bebida alcoólica, contrabando, comida que não tivesse o selo da Secretaria do Abastecimento e a venda de mercadoria roubada. "Na realidade eu invadi uma atribuição que não é minha. Mercadoria roubada é Secretaria de Segurança Pública. Contrabando é a Polícia Federal. Agora, no que for atribuição do prefeito, não só eu tomo a responsabilidade, mas eu também ajudo esses órgãos", garantiu o candidato do PP.Tampão do TietêSobre o tampão do Rio Tietê, Maluf disse ter chegado à conclusão de que é "absolutamente inviável" por questões técnicas e porque o custo da obra seria muito elevado. Segundo ele, a cidade poderia conseguir financiamento internacional desde que se cobrasse pedágio. "Mas eu sou totalmente contra cobrar pedágio municipal dentro da cidade de São Paulo e, por isso, esse projeto está esquecido, eu não vou fazer".Críticas a ErundinaMaluf disse que a candidata Luiza Erundina (PSB), quando prefeita da cidade, parou todas as obras do seu antecessor, Jânio Quadros. E ele, Maluf, terminou essas obras e fez as dele. "Diminuir despesas e aumentar receita para gerar verba de investimento, isso eu sei fazer." E acrescentou: "E posso garantir que nesse País ninguém faz isso melhor do que eu."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.