Partidos tinham cota de propina

Em depoimentos à força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef afirmaram que cada grande contrato da estatal correspondia a propinas de até 3% de seus valores. A partilha, segundo os delatores, envolvia repasses ao PT, PMDB e PP. Os depoimentos vieram à tona em 9 de outubro do ano passado. Ainda segundo Costa e Youssef, a diretoria de Serviços da empresa atuava para o PT. A diretoria da área Internacional, para o PMDB. E a diretoria de Serviços, para o PP.

O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2015 | 02h02

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