Parte da P-36 não tinha seguro, confirma Petrobras

A Petrobras confirmou hoje não ter feitoseguro da parte submersa da plataforma P-36, que afundou emmarço do ano passado na Bacia de Campos, litoral nortefluminense. A companhia informou, por meio de sua assessoria deimprensa, que a decisão de não fazer o seguro foi técnica emfunção de parte do material submerso poder ser reutilizado. Aparte que não pôde ser reutilizada provocou um prejuízo de R$136 milhões, lançado no balanço da empresa de 2001.Em nota divulgada hoje, a empresa explica que os poçosda P-36 no fundo do mar serão totalmente reaproveitados em umanova plataforma. A expectativa é de que a próxima plataforma daestatal entre em operação em setembro. Além disso, os dutos deprodução que ligavam os poços à P-36 foram cortados e tambémpoderão ser reutilizados. Por isso, a companhia consideraacertada a decisão de não segurar totalmente a plataforma. "Não haveria como receber pagamento do seguro por um material quenão chegou a ser perdido", explicou a nota.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.