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Paridade não é compromisso do governo, diz deputado

A manutenção da paridade (extensão para os inativos do reajuste concedido aos servidores na ativa) para os funcionários que já estão no serviço público vai constar do parecer do relator da reforma da Previdência, José Pimentel, mas não haverá o compromisso do governo federal e dos governadores para a sua aprovação. A informação é do deputado Paulo Bernardo (PT-PR), integrante da linha de frente do Palácio do Planalto no Congresso.A paridade foi incluída no relatório por acordo dos líderes da base aliada. Segundo Bernardo, os governadores poderão trabalhar para tentar rejeitar esse item nas votações no plenário. A sessão da Câmara para a leitura do parecer depende do término da reunião, no Palácio da Alvorada, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes dos partidos aliados e ministros. A leitura estava prevista para às 11h. Até o momento o presidente Lula não aprovou a manutenção da paridade.

Agencia Estado,

17 de julho de 2003 | 11h27

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