Parecer do MPF é contra redução de inelegibilidade de Demóstenes

Recurso interposto pelo senador cassado vai ser julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE)

Rubens Santos, especial para o Estado de S. Paulo

09 de janeiro de 2013 | 22h05

GOIÂNIA - O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral no Estado, informou nesta quarta-feira, 9, que apresentou parecer contrário ao pedido apresentado pelo ex-senador Demóstenes Torres - cassado no ano passado por envolvimento com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira - para reverter a decisão que manteve sua inelegibilidade até 31 de janeiro de 2027. "A pretensão de Demóstenes Torres é fazer com que o prazo de oito anos de inelegibilidade corra ainda dentro do prazo do mandato que teria direito se não tivesse sido cassado", observou a Procuradoria no comunicado.

O recurso interposto pelo senador cassado será julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). "Inicialmente, o Ministério Público Federal mostrou que a discussão é inoportuna, já que o exame da inelegibiliade se dá apenas quando do registro da candidatura e, até 2023, não há dúvida de que o ex-senador é inelegível",diz a nota. O processo retornou ao TRE e o recurso ainda será apreciado.

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