Paralisação da PRF causa lentidão na ponte Rio-Niterói

Em adesão ao movimento nacional dos servidores públicos, agentes da Polícia Rodoviária Federal realizam uma manifestação nesta quarta-feira na ponte Rio-Niterói. A Operação Colina, como os agentes chamam o movimento, envolve cerca de 50 manifestantes que limitaram o fluxo de veículos nas pistas.

ANTONIO PITA, Agência Estado

08 de agosto de 2012 | 15h09

Iniciada por volta das 13h40, a manifestação provoca lentidão e congestionamentos nos dois sentidos, de acordo com a concessionária que administra a ponte.

O bloqueio acontece nas imediações da praça do pedágio, nos dois sentidos. O fluxo é mais intenso no sentido Rio de Janeiro, onde apenas duas vias estão liberadas para o fluxo de veículos. Segundo o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Estado do Rio, os agentes realizam uma operação padrão na ponte, com fiscalização de veículos de passeio, caminhões de carga e coletivos.

Os agentes também atuam para diminuir os impactos no trânsito, orientando e alertando os motoristas sobre as reivindicações da categoria. Em todo o País, os grevistas pressionam o governo por melhores condições de trabalho, reposição salarial e novos concursos para reduzir o déficit de pessoal.

Além da Polícia Rodoviária Federal, os agentes da Polícia Federal no Rio também realizam manifestações. Os policiais iniciam a partir das 15h30 uma operação padrão no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, para a revista e verificação de documentos dos passageiros de voos internacionais. Apenas crianças, idosos e gestantes serão poupados das vistorias.

A emissão de passaportes também está parcialmente suspensa no Rio, sendo permitida apenas em casos especiais, como viagens em caso de doença e sepultamento, entre outras situações.

Pela manhã, os manifestantes circularam no saguão do aeroporto com faixas e cartazes alertando sobre o movimento. De acordo com o sindicato da categoria, a greve atinge uma adesão de 70% do efetivo da corporação, que mantém em funcionamento os serviços essenciais à população, em cumprimento à legislação trabalhista que prevê a atuação de 30% dos funcionários públicos durante as greves.

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