Para Souto, contribuição de inativos é assunto do Congresso

O governador da Bahia, Paulo Souto, disse hoje ser contra a possibilidade de o governo federal transferir para os estados a votação da taxação dos servidores inativos, caso haja resistência à proposta, no Congresso Nacional, dentro discussão da reforma previdenciária. "O que foi estabelecido no acordo entre o presidente Lula e os governadores deve ser cumprido?, afirmou Souto.Paulo Souto ressaltou que, como a contribuição dos inativos é um assunto difícil, "chegou-se à conclusão que tinha que ser resolvido com a solidariedade da União aos governadores". A possibilidade de transferência da discussão da contribuição dos inativos para os Estados foi admitida ontem pelo senador Paulo Paim (PT-RS), depois de se reunir com o presidente do PT, José Genoino. Apesar de o líder do seu partido (PFL) na Câmara, José Carlos Aleluia (BA), ter se manifestado contra a taxação, Souto ressaltou que vai lutar na bancada para aprovar as reformas, incluindo a contribuição. Para Souto, a competência das assembléias estaduais de aprovar a cobrança é legal, mas o acordo com o governo foi para que a proposta fosse aprovada pelo Congresso Nacional, por meio de emenda constitucional.

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