Para Sérgio Guerra, crescimento de Dilma reflete apenas uma 'onda'

Em Florianópolis, presidente do PSDB previu a vitória do partido em oito Estados

Júlio Castro, especial para o Estado / FLORIANÓPOLIS, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2010 | 16h17

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou nesta terça-feira, 24, em Florianópolis (SC), que o crescimento nas pesquisas de intenção de voto da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, reflete apenas uma "onda", que não é acompanhada pelos demais candidatos do PT em diversos Estados do País. "Os candidatos ligados a Dilma e Lula não cresceram na maioria dos Estados, e os do PSDB, ao contrário, estão apresentando grande crescimento nas pesquisas", observou.

Guerra disse que os tucanos devem eleger oito governadores e 15 senadores em outubro, além de aumentar o número de deputados federais. "Além disso, temos um candidato à Presidência que é um grande homem, tem uma enorme experiência e uma ficha limpa", enfatizou, referindo-se ao candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, José Serra.

O presidente do PSDB também anunciou que o discurso do partido na campanha, a partir de agora, vai ser mais objetivo, de modo a mostrar qual a direção que o País tomará se escolher José Serra ou se escolher Dilma Rousseff. "Nossos militantes tem que ir para as ruas. A turma do PT está fazendo uma campanha atrasada, está 'venezuelando' o País ao promover uma demagogia ampla, geral e irrestrita na campanha presidencial", discursou.

A visita a Florianópolis foi motivada pela tentativa de fortalecer a candidatura de José Serra com a inauguração de mais um núcleo Pró-Serra na capital catarinense. Já são 15 as centrais de distribuição de material de campanha de Serra no Estado. Guerra esteve acompanhado de lideranças do partido e do governador de Santa Catarina e presidente estadual do PSDB, Leonel Pavan. "Não só de militantes, mas a campanha do PSDB deve ter a adesão de toda a sociedade, até porque menos de 10% da população nacional é filiada a partidos políticos", apelou.

Pavan reforçou ainda a necessidade dos correligionários se apegarem ao material de campanha como forma de polarizar a biografia de José Serra. "Essa é a casa do 45, a casa da segurança, a casa da saúde, é a casa do Serra, que depende de todos nós para vencer essa eleição", conclamou.

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