Para PFL, excesso de propaganda do governo prejudicou Alckmin

A cúpula do PFL atribui a má performance do pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, detectada na pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta quarta-feira, ao excesso de propaganda do governo e à forte presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no noticiário nacional. Os pefelistas não se referiram à crise na segurança desencadeada com os ataques do facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).Tanto o representante pefelista na coordenação da campanha, senador Heráclito Fortes, quanto o pré-candidato a vice na chapa de Alckmin, senador José Jorge, avaliam que, na verdade, não houve piora no desempenho de Alckmin. Eles destacam que o quadro tem se mantido inalterado dentro da margem de erro das pesquisas, com Lula estacionado nos 40 pontos porcentuais e Alckmin na faixa dos 20 pontos. Na avaliação dos dois pefelistas, no mês de junho a situação vai melhorar por duas razões.Além do programa eleitoral do PSDB que será exibido em cadeia nacional no dia 22 de junho, os tucanos terão cerca de 50 inserções comerciais de 30 segundos na programação regular das emissoras de rádio e TV. O PFL também terá o seu programa no horário gratuito de rádio e TV. Em vez de 20 minutos, o partido terá apenas 11 minutos. Os nove minutos restantes foram subtraídos a título de punição estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por propaganda irregular.

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