Para o PFL, Lula não pode partidarizar o Supremo

O PFL está preocupado com as articulações, dentro do governo, para que as três novas vagas, que vão surgir no Supremo Tribunal Federal, sejam ocupadas por petistas. O presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen, criticou a partidarização na escolha. Segundo ele, o PFL não aceitará que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva partidarize as indicações.Bornhausen não quis, no entanto, comentar sobre a possibilidade de o ex-ministro e ex-presidente nacional do PT, Tarso Genro, ser escolhido para uma das três vagas que serão abertas no STF. "Se somos contra a partidarização, não precisamos fazer a fulanização. Nós esperamos que o presidente Lula, orientado por seu ministro da Justiça, venha a indicar nomes de notório saber jurídico e sem vinculação partidária", afirmou.

Agencia Estado,

10 de janeiro de 2006 | 16h16

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