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Evaristo Sá/AFP
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Para irmão de Lula, PT não pode 'sacrificar' Dilma

Na avaliação de Frei Chico, a legenda está encurralada e é preciso reagir para sair da atual situação

Ricardo Galhardo e Elizabeth Lopes, O Estado de S. Paulo

17 de setembro de 2015 | 16h47

São Paulo - Enquanto a Executiva Nacional do PT se reunia na sede nacional do partido em São Paulo para discutir a conjuntura nacional, permeada por uma das mais agudas crises que atingem a gestão do partido no governo, a poucos metros do local, o irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Frei Chico, almoçava e discorria sobre o cenário atual.

Na avaliação de Frei Chico, a legenda está encurralada e é preciso reagir para sair da atual situação. "Lula está triste (com toda a situação) e não podemos sacrificar a Dilma", disse, emendando que "é isso o que temos." Ele considerou ainda que a presidente Dilma Rousseff não deveria ir para a linha de frente defender o governo dos ataques que recebe.

Frei Chico afirmou acreditar que isso deveria ser feito pela equipe de ministros e líderes partidários no Congresso. No final da tarde desta quinta-feira, a executiva nacional da sigla divulgará um documento com o posicionamento com relação ao novo pacote fiscal da administração federal, com a adoção de medidas como a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para cobrir o rombo do Orçamento de mais de R$ 30 bilhões em 2016.

O presidente do Instituto Perseu Abramo, Marcio Pochmann, esteve no encontro para falar sobre a conjuntura econômica, deixou a reunião mais cedo e não quis comentar com a imprensa a avaliação das medidas. "O Rui (Falcão, presidente nacional da agremiação), dará entrevista com essa avaliação", destacou.

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