Para Garcia, PT deve buscar reduzir atritos com PMDB

Assessor da Presidência pregou hoje a manutenção da "política de associação" de seu partido com o PMDB

VERA ROSA, Agencia Estado

07 de novembro de 2008 | 19h07

Signatário do acordo que prevê o apoio do PT à candidatura do deputado Michel Temer (PMDB-SP) para a presidência da Câmara dos Deputados, o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, pregou hoje a manutenção da "política de associação" de seu partido com o PMDB. No seu diagnóstico, os petistas devem se esforçar para reduzir os atritos com o PMDB do senador José Sarney (AP), que reivindica o comando do Senado.Questionado se a insistência do PT em emplacar o senador Tião Viana (AC) na cadeira ocupada por Garibaldi Alves (PMDB-RN) pode enterrar a coalizão, Garcia pôs panos quentes na polêmica. "Nós vamos cumprir a nossa parte do acordo na Câmara", afirmou ele, no intervalo da reunião do Diretório Nacional do PT, em Brasília. "Se a questão do Senado não for resolvida, pode ficar certa aspereza, mas isso não atrapalha a aliança."

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.