Para editor do Estadão, 2º turno surpreendeu imprensa com temas polêmicos

'Segundo turno começou movido por essa discussão e talvez um ponto frágil da cobertura tenha sido o uso político que os líderes religiosos fizeram disso', afirmou

Yolanda Foderlone, de O Estado de S.Paulo

31 de outubro de 2010 | 18h15

SÃO PAULO - A imprensa foi tomada de surpresa no início do segundo turno com a intensificação do debate em torno do aborto, na opinião do editor-executivo do jornal O Estado de S.Paulo, Luiz Fernando Rila. "O segundo turno começou movido por essa discussão e talvez um ponto frágil da cobertura tenha sido o uso político que os líderes religiosos fizeram disso", disse em entrevista aos jornalistas Luiz Fernando Bovo e Felipe Machado.

 

"A imprensa foi tomada de surpresa e, ao tentar esmiuçar a discussão, direcionou muito esforço para o assunto e pouco para os temas que os candidatos não estavam querendo falar, como a questão do câmbio", disse.

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