Para Dilma, ser chamada de 'durona' é preconceito

A presidente Dilma Rousseff disse que é tratada com "um certo preconceito" desde que assumiu o cargo, em janeiro de 2011, durante a entrevista aos veículos do Grupo RBS, nesta quarta-feira, 06, em Brasília. "Nunca ouvi ninguém falar que um presidente homem era duro, determinado, forte, exigente e bravo", comparou. "Em determinada época ouvi falar que estava cercada de homens meigos, eu era a mulher brava cercada de homens meigos".

ELDER OGLIARI, Agência Estado

06 de novembro de 2013 | 20h01

Enquanto explicava a opção por ser chamada de presidenta como "um reconhecimento ao feminino", Dilma admitiu "inclinação em algum aspecto" por indicar mulheres para determinados cargos porque considera que elas são "extremamente cuidadosas e detalhistas" e têm grande capacidade de lidar com diversas situações simultaneamente. Mas ressalvou que "homens têm extremas qualidades de gestão" e que "é possível equilibrar as coisas" colocando homens e mulheres nos cargos.

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