Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Para deputado petista, saída de Graça foi 'sensata' e 'necessária'

Paulo Pimenta (RS), no entanto, afirma que mudanças na diretoria da Petrobrás deveriam ter ocorrido 'há mais tempo'

RICARDO DELLA COLETTA, O Estado de S. Paulo

04 Fevereiro 2015 | 12h53

Brasília - O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) classificou de "medida sensata" e "necessária" a saída de Maria das Graças Foster da presidência da Petrobrás, nesta quarta-feira, 4. Graça e outros cinco diretores da estatal renunciaram a seus cargos, de acordo com ofício da própria estatal. A decisão de tirá-la do comando da Petrobrás - empresa alvejada por um escândalo de corrupção e centro da operação Lava Jato, da Polícia Federal - foi tomada pela presidente Dilma Rousseff, que se reuniu ontem com Graça em Brasília.

"Acho uma medida sensata e necessária. Na minha opinião já poderia ter sido adotada há mais tempo", afirmou Pimenta, ao deixar uma reunião da bancada do PT na Câmara.

Na esteira das críticas do PT à escolha de Joaquim Levy, de perfil ortodoxo, para o ministério da Fazenda, Pimenta ironizou ainda a busca pelo novo presidente da estatal. "Além de um nome do mercado, a presidente deveria considerar que fosse alguém que tivesse identidade política com o projeto defendido na campanha eleitoral e com o que ela (Dilma) pensa para o País".

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