Para CNBB, recursos da CPMF devem ir para área social

O presidente da CNBB, Geraldo Lyrio Rocha, afirmou hoje que a discussão sobre a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não deve se limitar a alíquotas ou prazos, mas também sobre a destinação que será dada para os recursos. "No ano passado, a CPMF recolheu aproximadamente R$ 38 bilhões, dos quais apenas metade foi destinada para pagamento da dívida interna", afirma documento da CNBB. Na avaliação do presidente da CNBB, deveria haver compromisso de que recursos fossem usados para financiar a área social. Lyrio Rocha demonstrou ainda insatisfação com o ritmo da reforma política no País. "É uma pena que a reforma não esteja avançando como deveria", observou. Para ele, durante a discussão deveria ser avaliada também possibilidade de se garantir maior participação popular.

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