Para Arruda, Senado enfrentou casos "mais graves"

O senador José Roberto Arruda (sem partido-DF) tentou explicar ao Conselho de Ética do Senado, o que quis dizer em seu depoimento, no início desta semana, quando afirmou que, em situações "de natureza muito mais graves" havia defendido o governo no Congresso. Segundo o senador, casos como o da ajuda financeira aos bancos Marka-Fontecindam, a gravação das conversas do então ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros sobre a privatização do sistema Telebrás e o caso Eduardo Jorge são, no entender de Arruda, situações de natureza mais grave do que o caso de violação do sigilo do painel eletrônico do Senado.Para o senador, a quebra do sigilo e cópia da lista com o resultado da sessão em que foi cassado o mandato de Luiz Estevão é "no máximo uma infração regimental". Arruda, em tom de desabafo, disse que não havia como comparar este caso com os motivos que levaram o Conselho de Ética do Senado a propor a cassação do mandato de Luiz Estevão.

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