Para americanos, família e dinheiro vêm antes da igreja

Mais da metade dos cristãos americanos, entrevistados numa pesquisa, está apenas um pouco satisfeita com sua experiência com a igreja. Eles consideram família, dinheiro e saúde mais importante do que espiritualidade, de acordo com o estudo encomendado pelo Guardiões da Promessa, um grupo de homens evangélicos cristãos com sede em Denver.A pesquisa, divulgada hoje, também demonstrou que a maioria dos entrevistados não se sente atraída pela espiritualidade. A enquete conduzida pela Barna Research Group, sediada na Califórnia, entrevistou 415 homens, selecionados ao acaso, nas seis maiores cidades americanas, que consideraram a si próprios "comprometidos com o cristianismo desde o nascimento" ou "membros ativos da igreja".Cerca de 30% dos entrevistados disseram que participam de pequenos grupos para leitura da Bíblia e orações.A pesquisa demonstra que mais de 85% dos homens não se sentem "espiritualmente interessados" e, quando comparados a pesquisas similares envolvendo mulheres, são menos inclinados a assumir papéis de liderança na igreja ou estabelecer objetivos espirituais.A enquete foi realizada de 24 de julho a 4 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.O Guardiões da Promessa foi fundado por um ex-técnico de futebol americano universitário, Bill McCartney, em 1990, para encorajar os homens a tornarem-se mais ativos no meio de sua religião e família. McCartney deixou a presidência da organização no ano passado para cuidar da esposa, doente. O executivo de longa data do Guardiões da Promessa, Tom Fortson, assumiu em outubro do ano passado.

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