Para aliados, situação de Argello é mais grave no TSE

Condenação do suplente pelo tribunal atingirá também o titular Roriz, que renunciou para não perder mandato

Agência Estado

19 de julho de 2007 | 13h18

O futuro do recém-empossado senador Gim Argello(PTB-DF)  é mais complicado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do que no Senado. Até seu advogado, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa, reconhece que a situação do parlamentar é mais grave na Justiça Eleitoral. Pessoas próximas a Argello compartilham a mesma opinião. Nos dois casos, ele corre o risco de perder o mandato e se tornar inelegível pelos próximos 15 anos.   A diferença é que a condenação no tribunal atingirá também seus dois companheiros de chapa: o titular da vaga ao Senado, Joaquim Roriz (PMDB-DF) - que renunciou há 15 dias para não ser cassado -, e o segundo suplente, o engenheiro Marcos de Almeida Castro.   Em agosto, o TSE vai julgar a denúncia por uso da máquina pública e propaganda ilegal contra os três. Eles foram inocentados em outubro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por quatro votos a dois, depois que um dos juízes mudou o voto e rejeitou a acusação. Mas o Ministério Público e o PC do B recorreram ao TSE.   O julgamento foi marcado pela polêmica. Reportagem da revista Veja disse que Roriz teria subornado juízes para reverter a decisão do processo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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