Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Para Aécio, ida de governadores tucanos à reunião com Dilma não significa apoio

'É absolutamente natural que governadores, independentemente de serem da oposição ou da base do governo, se reúnam com a presidente da República, por mais fragilizada que ela esteja', disse o senador

Isadora Peron, O Estado de S. Paulo

28 de julho de 2015 | 19h46

Brasília - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta terça-feira, 28, que a ida de governadores do partido à reunião convocada pela presidente Dilma Rousseff é "natural", mas não significa apoio à petista.

"É absolutamente natural que governadores, independentemente de serem da oposição ou da base do governo, se reúnam com a presidente da República, por mais fragilizada que ela esteja", disse.

Ele, no entanto, completou: "Em relação aos governadores do PSDB, o que não se cogita é qualquer manifestação de apoio a esse governo".

Para Aécio, o fato de os tucanos irem à reunião não arrefece a oposição que o partido faz à presidente. "O PSDB agirá com a responsabilidade com que sempre agiu, governando bem os Estados e fazendo oposição clara e firme a esse governo que tanto mal tem feito ao País", afirmou.

Mais cedo, o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) disse não ver "nada de mais" na participação de governadores de oposição na reunião da próxima quinta-feira, 30, com a presidente Dilma Rousseff. Para ele, seria "extremamente indelicado recusar um convite" da presidente para discutir assuntos de interesse do País. Perillo disse que os cinco governadores do PSDB devem se reunir antes do encontro com a presidente Dilma para definir a pauta do partido.

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