Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Para advogado de Bolsonaro, Adélio não agiu sozinho

Frederick Wassef acredita que foi um equívoco a defesa do presidente não ter recorrido do arquivamento do caso, pedido pelo Ministério Público Federal. 

Patrik Camporez, O Estado de S.Paulo

02 de outubro de 2019 | 05h00

BRASÍLIA - O advogado Frederick Wassef, que assumiu a defesa do presidente Jair Bolsonaro, disse ontem concordar “integralmente” com o procurador-geral da República, Augusto Aras, para quem Adélio Bispo não agiu sozinho. Wassef acredita que foi um equívoco a defesa de Bolsonaro não ter recorrido do arquivamento do caso, pedido pelo Ministério Público Federal

“Era necessário provar que Adélio não é louco. É um assassino profissional e foi pago para isso”, afirmou Wassef ao Estado. Para ele, há uma “organização criminosa” por trás da tentativa de assassinato de Bolsonaro. 

Com a procuração nas mãos para defender o presidente, o advogado – que também representa o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no caso das movimentações financeiras atípicas, irá a Juiz de Fora (MG) estudar os detalhes do processo arquivado

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