País poderá ampliar exploração de jazidas, afirma pesquisador

Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP) afirma que o Brasil tem interesses estratégicos na imensa área oceânica que poderá ser agregada ao território nacional, já que poderá estender à borda da plataforma continental ampliada o alcance da exploração de petróleo e gás no subsolo marinho.

O Estado de S.Paulo

19 de janeiro de 2015 | 02h04

Hoje, a maior área do pré-sal se situa justamente no limite das 200 milhas, mas uma fração está em águas internacionais. Caso a plataforma seja ampliada, essas áreas serão incorporadas.

Nas águas mais profundas, segundo ele, há também outras jazidas minerais e recursos da biodiversidade com potencial biotecnológico e econômico. "Ainda não há capacidade técnica para explorar jazidas nessas áreas porque o custo é muito alto. Mas muitos países já fazem prospecção e reservam áreas. Quando as fontes terrestres se esgotarem, será viável explorar no mar." / F. C.

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