País perde um de seus maiores políticos, diz governador do DF

José Arruda foi acusado , junto a ACM, de ter participado da violação do painel eletrônico do Senado

Agência Brasil

20 de julho de 2007 | 14h45

O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), afirmou, por meio de nota, que, com a morte do senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA),nesta manhã, o Brasil perde "um dos seus maiores quadros políticos".   Veja também: Morre o senador Antonio Carlos Magalhães No vídeo mais acessado no YouTube, ACM defende ditadura Frases do senador Site oficial do senador Galeria de Fotos  ACM visita o Estado de S. Paulo    "Lamento, portanto, o triste acontecimento com o companheiro de partido, ao mesmo tempo em que me solidarizo com o sofrimento de seus familiares e amigos", disse, na nota.   Arruda foi acusado de ter participado, juntamente com ACM, da violação do painel eletrônico do Senado durante a votação que cassou o mandato do ex-senador Luiz Estevão, em 28 de junho de 2000. Na época, Arruda renunciou ao mandato. O inquérito contra os dois senadores foi arquivado pela Polícia Federal. O Supremo Tribunal Federal também arquivou o caso.   ACM morreu nesta sexta-feira, 20, às 11h40 no Incor-SP por falência múltipla dos órgãos, após o agravamento do seu estado de saúde durante essa madrugada, quando sofreu uma parada cardíaca. Ele estava internado no hospital há 37 dias, desde 13 de junho.

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