País defendeu emprego e salário na crise, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou há pouco que não foi eleita para adotar políticas que retirem direitos dos trabalhadores. "Não fui eleita para trair a confiança do meu povo e arrochar o salário do trabalhador", declarou Dilma na convenção nacional do PT. "Nos nunca nos esquecemos dos nossos compromissos mais profundos", disse.

RICARDO DELLA COLETTA E RICARDO BRITO, Agência Estado

21 Junho 2014 | 14h21

Dilma também destacou o fortalecimento da Petrobras e o descobrimento do pré-sal como conquistas dos governos petistas e disse ainda que ela não foi eleita para "mendigar" dinheiro ao Fundo Monetário Internacional (FMI). "Eu não preciso". Também como marcas do seu governo, Dilma citou a manutenção da política de valorização do salário mínimo e a criação de empregos mesmo no período da crise. "A crise devorou 60 milhões de empregos no mundo enquanto que aqui criamos 11 milhões de postos".

Ressaltando que o País precisa entrar num novo ciclo histórico de mudanças, a presidente disse que ainda é preciso fazer "muito mais". "O povo quer mais e merece mais e melhor". E argumentou que antes , o "Brasil se defendia da crise de uma forma perversa".

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