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Pai de seqüestrador passou noite aguardando contato

Antes de ter a confirmação de que seu filho tinha feito Silvio Santos como refém, o pai do seqüestrador Fernando Dutra Pinto, Antônio Sebastião Pinto, disse em entrevista exclusiva a O Estado de S.Paulo, esperar que seu filho não tivesse invadido a casa. "Só faço a Deus um único pedido, que ele nos ajude. Nós, aqui sozinhos, não podemos fazer nada." Antônio disse que passou a noite inteira tentando entrar em contato com o seu filho e esperando um "sinal de vida". A tensão na família era enorme e ele chegou a sugerir que seu filho deveria fugir do País."Eu peço a Deus que ele tenha fugido do País ou tenha saído de São Paulo. Passei a noite inteira tentando falar com ele, mas não consegui,", afirmou. Entretanto, trinta minutos após a entrevista, Antônio teve certeza do envolvimento de seu filho, procurou seu advogado e partiu para o Morumbi para tentar convencê-lo a se entregar.Durante a madrugada, policiais de quase todas as equipes da Polícia Civil de São Paulo, em conjunto com a Polícia Civil de Barueri e GCM da cidade, fizeram um pente fino atrás do seqüestrador. Uma casa em Barueri chegou a ser cercada pelos policiais, mas era alarme falso. Nas primeiras horas do dia, a polícia já estavam desistindo da caçada ao seqüestrador na região de Barueri, quando veio o chamado pelo rádio de que ele estaria na casa do apresentador Silvio Santos, no Morumbi. Todas os carros partiram para o local.

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