Pai de estudante morto continua vigília

Há cinco dias o empresário Carlos Terra faz vigília em frente ao prédio do Ministério Público Estadual, situado no Bairro de Nazaré, próximo ao centro da capital baiana. Terra disse que só pretende sair do local quando o MP decretar a prisão do pastor Sílvio Galiza, da Igreja Universal do Reino de Deus, apontado por inquérito policial concluído pela 3ª Delegacia de Salvador como autor da morte do seu filho, o estudante Lucas Vargas Terra, de 14 anos. Carlos Terra afirma ter fé na Justiça. Conforme informações que obteve com vizinhos e familiares do acusado, Galiza teria fugido para São Paulo, já que responde o processo em liberdade. O pastor foi a última pessoa vista com Lucas, no dia 21 de março. O próprio estudante, que freqüentava um curso de pastor na IURD, ligou para casa no dia do crime para avisar que estava com Galiza e iria voltar mais tarde. No dia seguinte, seu corpo foi encontrado parcialmente queimado numa vala da Avenida Vasco da Gama, próxima ao templo da Universal no Bairro do Rio Vermelho.

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