Pagot nega descompostura de Dilma com cúpula do Dnit

O diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot, esclareceu aos senadores que está de férias, e não afastado temporariamente do cargo. Em resposta ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ele negou que as cúpulas do Dnit e do Ministério dos Transportes tenham enfrentado uma "descompostura" da presidente Dilma Rousseff.

ANDREA JUBÉ VIANNA, Agência Estado

12 de julho de 2011 | 11h30

O tucano perguntou se ele confirmava a informação da Revista Veja de que Dilma tenha afirmado, em reunião com as cúpulas do Dnit e dos Transportes, que esses órgãos estavam "descontrolados" e que seus gestores "precisavam de babás". O diretor do Dnit respondeu que não acredita em "ministério descontrolado". Ele confirmou a reunião com a presidente, mas ressaltou que as cobranças de Dilma foram respeitosas.

"A presidenta cobra de maneira veemente o que ela quer ver realizado. Esse é o estilo dela. Ela cobra tudo de forma enérgica e veemente, e exige o cumprimento fiel dos prazos", explicou Pagot. Ele admitiu que o Dnit não conseguiu cumprir vários prazos, mas destacou que justificou cada atraso cobrado por Dilma, delimitando até onde ia a responsabilidade do órgão. "A reunião com Dilma foi semelhante a todas aquelas no comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), são de intenso debate, mas sempre respeitosas", concluiu.

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