Paes de Barros não vê relação política na morte do seu primo

O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), que está em Cuiabá (MT), afirmou, por intermédio de seu gabinete em Brasília, que as investigações sobre o assassinato do seu primo Luiz França de Moura Neto não indicaram, até o momento, qualquer ligação com as denúncias que ele, senador, fez sobre o envolvimento de Waldomiro Diniz, ex-assessor do Palácio do Planalto, em atos de corrupção. O senador disse também que tem indicações de que os telefonemas que sua filha vinha recebendo seriam apenas trotes, e não ameaças. O senador passou o dia em Cuiabá, acompanhando o velório e o sepultamento do primo. O corpo do primo do senador foi encontrado ontem, carbonizado, depois de ter sido seqüestrado. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), informou, durante a sessão de hoje do Senado, que recebeu das mãos do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, cópia do relatório sobre o interrogatório do ex-assessor Waldomiro Diniz na Polícia Federal, feito na terça-feira. Virgílio fez a leitura resumida das perguntas feitas ao ex-assessor e destacou que este fez sempre a mesma declaração: a de que só daria suas respostas em juízo.

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