Paes critica políticos engajados no movimento pró-impeachment de Dilma

Em reunião do PMDB do Rio, prefeito acusou defensores do pedido de afastamento de tentar 'desestabilizar o governo e destruir o País'

Luciana Nunes Leal, O Estado de S. Paulo

24 de setembro de 2015 | 11h49

Rio - Em reunião do PMDB-RJ nesta quinta-feira, 24, organizada para anunciar os candidatos do partido nas eleições municipais do ano que vem, o prefeito Eduardo Paes atacou os políticos engajados no movimento de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a quem acusou de tentar "não só desestabilizar o governo, mas destruir nosso País".

Até o ex-governador Sérgio Cabral, desaparecido de eventos públicos do partido, esteve no encontro, realizado na sede do partido, com a presença de cerca de 300 pessoas. Cabral foi o mais festejado pelos peemedebistas. 

"O governo federal enfrenta dificuldades, mas o PMDB do Rio está mostrando maturidade para não se voltar contra o Brasil. Temos respeito às instituições e à democracia e vamos permitir à presidente Dilma que possa governar e avançar onde puder avançar. Não vamos apostar no quanto pior, melhor. Alguns apostam na inviabilização, não só do governo federal, mas de todos os entes federados. O PMDB, sob a liderança do deputado Leonardo Picciani (líder do partido na Câmara) está dando um show de democracia", discursou Paes.

Segundo o prefeito, que chegava de uma inauguração na zona norte, "as pessoas não estão preocupadas com picuinhas e coisas menores da política brasileira". "A gente tem que entregar o serviço", afirmou.

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