Paes apoia Dilma, mas defende candidato próprio do PMDB

Aliado da presidente Dilma Rousseff, reeleita no domingo, 26, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou nesta quarta-feira, 29, que o PMDB deve ajudá-la a fazer um bom segundo mandato, mantendo a autonomia partidária, e concordou com a tese de que a legenda deve ter candidato próprio a presidente em 2018.

LUCIANA NUNES LEAL, Estadão Conteúdo

29 de outubro de 2014 | 11h39

"O PMDB tem a responsabilidade de ajudar a presidente a governar, sem se curvar, sem dizer sim a tudo", afirmou. Questionado sobre a possibilidade de ser o candidato do partido à sucessão de Dilma, o prefeito brincou com as especulações sobre seu futuro. "Falam em (ser candidato a) secretário geral da ONU, papa. O Aécio e a Dilma se estapearam, mas eu tenho o melhor cargo do Brasil".

Para o prefeito, "partido sem candidato não é partido e nesse aspecto o PMDB falha". "Temos que ter candidato do PMDB e antes temos que ajudar a presidente Dilma a fazer um bom governo", afirmou em entrevista, durante lançamento da pedra fundamental de uma escola na zona norte da capital.

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