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Padilha diz que regra de reajuste fica para próxima legislatura

Ministro lembrou que a proposta ainda tem que passar por diversas comissões na Câmara

Fabio Graner, da Agência Estado,

12 de novembro de 2010 | 10h21

BRASÍLIA - O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nsta sexta-feira, 12, que a proposta que define uma política de crescimento dos gastos com folha de pagamento é um tema para a próxima legislatura. Segundo ele, o governo é favorável à implementação desse projeto, que foi enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso com a definição em inflação mais 1,5% para a expansão desses gastos. O Senado, no entanto, aprovou um outro projeto, que propõe inflação mais 2,5%.

 

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Padilha lembrou que a proposta ainda tem que passar por diversas comissões na Câmara e, por isso, é difícil aprová-lo ainda neste ano. De qualquer forma, Padilha disse que pretende dialogar com a oposição para fazer a proposta caminhar em algumas comissões da Câmara dos Deputados e assim acelerar a conclusão de sua votação no próximo ano.

Apesar de defender um controle dos gastos com funcionalismo, Padilha fez questão de enfatizar que, durante o governo Lula, os gastos que mais cresceram foram de investimentos e de transferência de renda, que levaram a benefícios econômicos. E ressaltou que a folha de pagamentos cresceu menos que o Produto Interno Bruto (PIB) no governo Lula.

Ele afirmou que a presidente eleita, Dilma Rousseff, tem o mesmo compromisso com o "rigor fiscal" que marcou o governo Lula. "Não existe risco de explosão de gasto. A política fiscal do atual governo sempre foi defendida pela presidente Dilma", afirmou o Padilha, após participar do programa Bom Dia Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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