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Padilha discorda de TCU e exalta poder de geração de emprego de refinarias

O ministro de Relações Institucionais espera que Comissão Mista do Orçamento (CMO) exija justificativa sobre a decisão tomada

Carol Pires, do estadão.com.br

09 de novembro de 2010 | 18h43

BRASÍLIA - O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta terça-feira, 9, que as obras das refinarias Repar, no Paraná, e Abreu e Lima, em Pernambuco, geram "um grande volume" de empregos, e que a decisão final sobre manter ou não os repasses de verba federal para as obras será tomada pelo Congresso Nacional.

 

Esta manhã, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou a suspensão do repasse para obras que apresentam indícios de irregularidades. Apuração do tribunal detectou irregularidades graves em 32 obras tocadas pelo governo federal. Dos empreendimentos com problemas, 18 fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

 

"As refinarias dão emprego para grande volume de trabalhadores. Nós confiamos, como em outros momentos, que o comitê da Comissão Mista do Orçamento (CMO) possa analisar o que o TCU apresentou. Acreditamos que os órgãos federais vão ter que justificar e elas vão voltar a funcionar", afirmou o ministro, ao deixar reunião com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), esta tarde.

 

Padilha também defendeu decisão do presidente Lula que vetou o repasse de dinheiro para obras consideradas irregulares pelo TCU no Orçamento deste ano. "Naquele momento o presidente tomou decisão correta de manter conjunto de obras, e o próprio debate na comissão de Orçamento tinha gerado dúvidas sobre a decisão", disse. "O TCU cumpre seu papel de assessor do Congresso", completou o ministro, para concluir: "A CMO vai tomar a decisão final".

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