Opportunity nega práticas ilegais em transações

Os advogados criminais Andrei Zenkner Schmidt e Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, que defendem o Opportunity, de Daniel Dantas, rechaçam as suspeitas contra os dirigentes do grupo. Pitombo pediu duas vezes afastamento do juiz Fausto De Sanctis do inquérito Satiagraha, acusando o magistrado de ?parcialidade e interesse pessoal? no caso. Schmidt nega a prática de ilegalidades nas transações do Opportunity Fund. Dantas deverá ser formalmente indiciado hoje pela Polícia Federal no inquérito Satiagraha.

AE, Agencia Estado

27 de abril de 2009 | 09h22

O Opportunity informou que administra recursos captados por meio de conceituados bancos estrangeiros. E que só aceita aplicações de bancos provenientes de países que possuem legislação e procedimentos de combate à lavagem de dinheiro reconhecidos internacionalmente. Segundo a direção do grupo, instituições internacionais investem no Brasil de forma análoga ao Opportunity, ?que segue as normas no tocante à origem dos recursos como os demais?.

?A Operação Satiagraha foi marcada por ilegalidades, abusos de poder, falsa imputação de crimes, acusações levianas, uso ostensivo da mídia, vazamento de informações e a utilização da força policial a serviço de interesses privados?, afirma o Opportunity. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tudo o que sabemos sobre:
SatiagrahaPFOpportunity

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.