Opportunity nega práticas ilegais em transações

Os advogados criminais Andrei Zenkner Schmidt e Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, que defendem o grupo de Dantas, rechaçam as suspeitas contra os dirigentes do Opportunity. Pitombo pediu duas vezes afastamento do juiz Fausto De Sanctis do inquérito Satiagraha, acusando o magistrado de "parcialidade e interesse pessoal" no caso. Schmidt nega a prática de ilegalidades nas transações do Opportunity Fund.O Opportunity informou que administra recursos captados por meio de conceituados bancos estrangeiros. E que só aceita aplicações de bancos provenientes de países que possuem legislação e procedimentos de combate à lavagem de dinheiro reconhecidos internacionalmente.Segundo a direção do grupo, instituições internacionais investem no Brasil de forma análoga ao Opportunity, "que segue as normas no tocante à origem dos recursos como os demais"."A Operação Satiagraha foi marcada por ilegalidades, abusos de poder, falsa imputação de crimes, acusações levianas, uso ostensivo da mídia, vazamento de informações e a utilização da força policial a serviço de interesses privados", afirma o Opportunity.

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