Obama pede por solidariedade e país lamenta vítimas de massacre

O presidente Barack Obama pediu aos norte-americanos neste sábado para se juntarem em solidariedade enquanto lamentam as vítimas de um tiroteio em uma escola primária em Connecticut, dizendo que os corações dos pais em todo o país está "fortemente machucado" pelas vidas perdidas.

MATT S, Reuters

15 de dezembro de 2012 | 12h43

Em seu discurso semanal de rádio e internet, Obama também repetiu uma mensagem que fez na sexta-feira, poucas horas depois de um dos piores tiroteios em massa na história dos EUA, sobre a necessidade de definir uma política e "tomar medidas significativas para evitar mais tragédias como esta".

Mas Obama não foi mais longe que isso, e mais uma vez chegou a chamar especificamente para leis de controle mais rígido de armas.

Vinte crianças foram mortas por um atirador fortemente armado que abriu fogo em uma escola em Newtown, em Connecticut, na sexta-feira. Ele matou pelo menos 26 pessoas antes de apontar a arma contra si mesmo.

"Lamentamos pelas famílias daqueles que perdemos. E continuamos orando pelos pais de quem sobreviveu", disse Obama.

O tiroteio reacendeu um debate sobre controle de armas em um país com uma forte cultura e um forte lobby de armas, o que tem desencorajado a maioria dos políticos de quaisquer grandes esforços para enfrentar a fácil disponibilidade de armas de fogo.

Tudo o que sabemos sobre:
GERALOBAMAMASSACRE*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.