OAB cobra reação para Judiciário não ser amedrontado

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti, disse nesta quinta-feira que o Estado precisa reagir para combater o avanço do crime organizado sobre as instituições. Comentando o afastamento do juiz Paulo Augusto Moreira Lima do processo contra Carlinhos Cachoeira, por ter sofrido ameaças, o presidente da OAB disse que o Judiciário não pode ser "amedrontado". "A independência da magistratura precisa ser preservada. Não pode haver estado democrático de direito em que o Judiciário esteja amedrontado por quem quer que seja", disse.

EDUARDO BRESCIANI, Agência Estado

21 de junho de 2012 | 13h44

Ele defende uma ação conjunta para enfrentar o problema. "É necessário que o Estado reaja, todos os poderes em conjunto, no sentido de combater esse avanço que o crime organizado, de um modo em geral, ou outros segmentos que não querem que a Justiça prevaleça, têm feito no sentido de inibir as instituições". Ophir cobrou uma investigação profunda sobre o caso e destacou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já está atuando nesse sentido.

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