O que o mundo faz no quarto, segundo a pesquisa do Gallup

Austríacos amam suas camas, mas raramente fazem amor nela. Os malaios freqüentemente fazem sexo em seus quartos mais raramente dormem lá. Estas são algumas constatações de uma pesquisa internacional feita pelo Instituto Gallup para a gigante indústria de móveis suecos Ikea, apresentada hoje.A empresa queria saber quão freqüentemente as pessoas na Europa, Ásia e América do Norte usam seus dormitórios para diferentes atividades, incluindo dormir, relaxar e ?romance?. Na Suécia e na Islândia, 72% dos entrevistados disseram que usam o aposento para finalidades românticas, enquanto que, na China, essa é a principal utilização de apenas 22% das pessoas.Os malaios foram os que se mostraram mais ativos sexualmente ? 43% disseram que fazem sexo diariamente em seus quartos. A Malásia é também onde as pessoas dormem menos: seis horas e 36 minutos por noite, cerca de meia hora menos que a média dos pesquisados.Os austríacos ficaram entre os menos interessados em sexo, mas os mais satisfeitos com seus quartos, na frente dos belgas e suíços. Os russos são os menos satisfeitos.A pesquisa foi realizada em janeiro e incluiu 14.000 clientes da Ikea em 27 países. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais para mais ou para menos.Os espanhóis e americanos são os que mais mantêm a privacidade de seus dormitórios, enquanto que quase metade dos chineses permite o acesso dos amigos.Outros fatos levantados pela pesquisa: três quartos dos entrevistados de todas as nacionalidades arrumam a cama diariamente; pessoas que trocam a roupa de cama mais freqüentemente fazem mais sexo; o acessório mais comum em um dormitório é o despertador.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.