"O candidato não é o Maranhão, é a Roseana", diz a própria

A governadora do Maranhão e candidata do PFL à Presidência da República, Roseana Sarney, disse nesta segunda-feira que os indicadores sociais de seu estado estão, de fato, longe do ideal, mas que é preciso levar em conta outros fatores, como a existência de 40% da população na área rural. "O candidato não é o Maranhão, é a Roseana. No Maranhão, não tem fome. Os indicadores da periferia de outros estados com certeza são piores do que os do Maranhão", disse a governadora. Roseana reclamou dos poucos investimentos federais para o estado. "O Maranhão recebe poucos recursos federais. As transferências de recursos para o nosso estado só perdem para os antigos territórios brasileiras", afirmou. Questionada sobre os motivos que poderiam levar à falta de verbas da União, ela respondeu: "Pergunte ao governo federal." Roseana reiterou a intenção de ver reeditada a aliança governista, mas não quis falar na hipótese de abrir mão de sua candidatura. "Essa pergunta tem que ser feita do outro lado", disse, sem citar o nome do candidato do PSDB, José Serra. Roseana continua reunida com o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen, o prefeito do Rio, César Maia, e o sociólogo Antônio Lavareda no Planetário da Gávea.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.